CLIQUE AQUI E SEJA LEVADA Á MAIOR LOJA VIRTUAL DE BIQUÍNIS ATACADO E VAREJO DO BRASIL

CLIQUE AQUI E SEJA LEVADA Á MAIOR LOJA VIRTUAL DE BIQUÍNIS ATACADO E VAREJO DO BRASIL
CLIQUE AQUI E SEJA LEVADA Á MAIOR LOJA VIRTUAL DE BIQUÍNIS ATACADO E VAREJO DO BRASIL
Mostrando postagens com marcador sos guaruja. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sos guaruja. Mostrar todas as postagens

terça-feira

Pense positivo- Mas não se engane,não pense que isso vai resolver seus problemas. M.G.


Pense positivo

"Ser positivo" é acreditar que nossa vontade otimista será capaz de reverter uma doença impessoal”


JOÃO PEREIRA COUTINHO .Folha Ilustrada de 12/07/ 2011

MINHA MELHOR amiga morreu no início do ano. Câncer, eis o nome do ladrão. Não entro em detalhes.
Mas há detalhes que não esqueço: a última vez que a vi, no hospital, dois dias antes da notícia amarga. Havia dor e sofrimento, é lógico, e também a certeza de que a cortina iria descer.
Disseram-se muitas coisas -coisas nunca ditas, inauditas, malditas, como se o tempo, a escassez de tempo, fosse a musa inspiradora dos arrependidos.
Mas o que mais me custou naquele quadro de despedida foi a culpa. Não apenas a minha culpa pelos dias ou semanas desperdiçados longe dela. Falo da culpa que ela sentia por não ter sido "positiva" até o fim.
A crueldade do pensamento nunca mais me abandonou: "positiva" por quê, ou para quê, ou em quê?
Para ajudar na cura, dizia-me ela e diziam-me familiares dela. O "pensamento positivo" é tão importante como as sessões longas e dolorosas de quimioterapia. "O humor do doente é 50% do caminho", ouvi eu, de vários sábios, vários dias seguidos. Onde estará a camiseta com essa frase?
Abandonei o hospital sem palavras. Não basta a doença ser castigo que baste. Ainda existe essa exigência suplementar em "ser positivo".
Para certas mentes primitivas, "ser positivo" não é apenas importante no processo de cura; também é importante para explicar a própria existência da doença.
Se somos "positivos", a doença se comporta como um animal selvagem na presença de uma fogueira: sente medo e se retrai.
Se não somos "positivos", a doença cheira o nosso pessimismo, se aproxima e nos despedaça.
Como despedaçou a minha amiga. No funeral, entre choros e lamentos, ainda havia quem retomasse a mesma filosofia infame. O câncer "vencera a batalha" porque ela "deixara de lutar". E, claro, "o humor do doente é 50% do caminho". Não esmurrei ninguém porque um forte sentimento de repulsa me obrigou a sair logo dali.
É por isso que leio e aplaudo a entrevista de Jimmie Holland à "Veja". Holland é psiquiatra no memorial Sloan-Kettering, em Nova York, e há mais de 30 anos acompanha doentes com câncer.
O resultado dessa experiência pode ser lido em livro recentemente lançado, "The Human Side of Cancer" (o lado humano do câncer, ainda sem publicação no Brasil). Conclusão de Holland: o "pensamento positivo" não existe. É mito. É uma clamorosa estupidez.
Sim, o apoio psicológico é necessário em momentos de fragilidade oncológica, afirma Holland. O bem-estar psíquico é importante para os doentes e para as suas famílias.
E é importante também não deixar que a depressão se instale: quando há tratamentos para fazer, não é boa ideia ficar na cama todo dia, chorando a respetiva sorte.
Mas "ser positivo" é outra história: é acreditar que a nossa vontade otimista, nosso humor solar, nossa forma de "encarar a vida" e outros clichês mentecaptos serão capazes de reverter uma doença impessoal.
Essa crença é típica do racionalismo moderno na sua recusa extrema de aceitar o imponderável. Vivemos mais. Vivemos melhor. Controlamos o nosso destino -pessoal, coletivo- como nenhum dos nossos antepassados.
Mas, apesar de tudo isso, ou exatamente por causa disso, não podemos aceitar que a doença seja apenas doença; que o sofrimento seja apenas sofrimento -sem culpas nem culpados; sem explicação ou resolução. Isso seria um insulto a nossa vaidade racionalista.
Se a doença chega, é porque nós deixamos os maus espíritos entrar. Se a doença se instala e mata, é porque nós deixamos os maus espíritos vencer. "O humor é 50% do caminho", dizem os sábios. E a quem pertencem os restantes 50%?
Obviamente: pertencem à ciência; e a ciência, a única religião dos homens modernos, não falha nunca. Quem falha somos nós. Pense positivo, leitor.
Moral da história? Não sei quantos doentes o "pensamento positivo", na sua lógica ditatorial e desumana, condenou a uma culpabilização final e imoral. Suspeito que existe um exército infinito deles.
Espero apenas que, esteja onde estiver, a minha amiga possa olhar cá para baixo, para a estupidez dos homens, e perdoar aqueles que não sabem o que fazem.

sábado

A ÁGUIA

A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie.

Chega a viver 70 anos. Mas para chegar a essa idade, aos 40 anos ela tem que tomar uma séria e difícil decisão.
Aos 40 anos ela está com: 
- As unhas compridas e flexíveis, não consegue mais agarrar as suas presas das quais se alimenta. 
- O bico alongado e pontiagudo se curva. 
- Apontando contra o peito estão as asas, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas, e voar já é tão difícil! Então, a águia só tem duas alternativas: Morrer... ... ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias. 
Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão onde ela não necessite voar. Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico em uma parede até conseguir arrancá-lo. 
Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas. 
Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas. E só após cinco meses sai para o famoso vôo de renovação e para viver então mais 30 anos.
Em nossa vida, muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação. 
Para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nos desprender de lembranças, costumes e outras tradições que nos causaram dor. 
Somente livres do peso do passado, poderemos aproveitar o resultado valioso que uma auto-renovação sempre traz.

(autoria desconhecida)

O INVEJOSO

     
                                      
                                     O invejoso sofre mais pelo que os outros têm, do que pelo que lhe falta.
                                      É comum, sentir uma diferença no ollhar do interlocutor quando lhe bate uma ponta de inveja. É bom que se diga, que nem toda a inveja e ruim ou tem maldade.
                                      Existe um tipo de inveja que demonstra admiração, satisfação, simpatia pelo sucesso material ou não que as pessoas conseguem e que se lhes diferencia de alguma forma. É motivo de satisfação invejar as pessoas inteligentes, bem sucedidas, elegantes e bonitas, o que de alguma forma ajuda com que se nos de vontade de ser como elas, alcançando o mesmo sucesso.
                                       Existe entretanto uma inveja, que como se diz,  mata. É aquela que esta na popular frase: inveja de doer, ou inveja de matar. Essa inveja, ao invés de ser positiva, como a outra, destrói, amarga, incita a comentários pouco  construtivos, para não dizer  maldosos, impiedosos e quase sempre mentirosos.
                                        Essa inveja é um desvio de carárater e como tal, inaceitável no convívio entre amigos ou pessoas que querem se relacionar bem. Como no caso do malandro, só existe uma maneira de não ser prejudicado pelo invejoso. É guardar distancia prudente e se possível for, suficiente para estar longe dos seus olhos e  comentários .                                                              
                                         O sujeito que tem mania de que todos sentem inveja dele, é na verdade um invejoso.
                                         Dizem, que a inveja transmite fluidos negativos e que podem prejudicar alguém. Acredito que isso seja possível , na mesma medida em que é ruim andar com as pessoas que tem defeito de caráter, ficando bem difícil  sermos  de qualquer forma afetados, quando guardamos distancia prudente, desse e de qualquer tipo de mau carater. 
Além disso, está mais do que provado de que todo o bem ou mal que emanamos a nos volta potencializado e é por isso que as pessoas invejosas quase sempre são mal sucedidas em uma ou todas as coisas importantes da vida.
                                          Como sempre ouvimos falar, principalmente das pessoas mais experientes, ou que nos querem bem, diz me com quem andas e eu direi o que te espera.
                                          O prêmio ou o castigo das pessoas e serem como elas são.
                                                 Marinho Guzman                                       

sexta-feira

Cercar-se de pessoas inteligentes.

Os poderosos tem muita sorte em ter ao seu lado homens de grande inteligência, capacitados para resolver os problemas causados pela ignorância e que lutam por eles nas situações mais difíceis. 
Servir-se de sábios é uma grandeza especial.
Supera o gosto bárbaro de Tigrano, que fazia dos reis vencidos seus serviçais. 
É muito melhor outro tipo de domínio: transformar, por uma arte especial, aqueles que a natureza dotou de inteligência superior em nossos servidores.
Há muito o que conhecer, a vida é curta e não se vive se não se sabe.
É portanto, uma habilidade especial aprender sem esforço, aprender muito de muitos, sabendo tanto como todos. 
Se você conseguir isso, será capaz de falar por muitos em uma reunião, pois por sua boca vão falar tantos sábios quantos foram os que o prepararam. Conseguirá assim, com suor alheio, fama de oráculo.

Aqueles que não puderem ter a sabedoria como serva devem tê-la ao menos como companheira.
Baltasar Gracián

sábado

Quando perdemos a razão para levantar pela manhã, começamos a morrer, diz livro


da Livraria da Folha

Divulgação
Livro ajuda leitor a encontrar verdadeiras prioridades da vida
Livro ajuda leitor a encontrar verdadeiras prioridades da vida

Trabalhar, organizar um lar, cuidar da família, administrar uma vida social e ser feliz, tudo ao mesmo tempo, pode parecer impossível e até desmotivar quem já não é tão novo e nem sempre encontra significado nessas tarefas.

Para os escritores americanos Richard Leider e David Shapiro, é preciso encontrar o que realmente importa na existência para poder saborear o mundo de forma equilibrada. É o que se propõem a ensinar em "O Propósito da Vida".

De acordo com os autores, é necessário descobrir a fina medida entre as atividades cotidianas para alcançar uma vivência sábia, que fuja do excesso de cobranças e restrições.

Com uma narrativa simples, ilustrada por casos reais e filmes conhecidos, como "As Confissões de Schmidt" (estrelado por Jack Nicholson) e "O Feitiço do Tempo" (com Bill Murray), Leider e Shapiro desenvolvem reflexões e práticas para que o leitor consiga encontrar e definir suas prioridades.

Os autores ainda apresentam técnicas para que o leitor se ajuste às novas necessidades descobertas, como o "check-up anual de objetivos", a "carta ao seu eu mais jovem" e os "indicadores de fase".

"O Propósito da Vida" promete guiar o leitor para uma reelaboração do significado de sua existência e o encontro da felicidade.

Richard Leider e David Shapiro também são autores de "Reorganize Sua Bagagem - Tire o Peso de Sua Vida" e "Assobie Enquanto Trabalha - Considerando a Vocação de Sua Vida"

Veja trecho.

*

"Quantas pessoas felizes de verdade você conhece? Se só conseguir ocupar os dedos de uma mão, pense em uma segunda pergunta: por que tão poucas pessoas são felizes de verdade?

Um dos motivos é a falta de objetivo. O objetivo é essencial para a profunda alegria. Quando perdemos a razão para levantar pela manhã, começamos a morrer. Muito da atual insatisfação é fruto do fracasso em descobrir novas formas de salvar e saborear o mundo. Quando o objetivo desaparece, a vitalidade desaparece. E mesmo que ninguém mais perceba o vazio em nossas almas, nós percebemos.

A maioria de nós tem uma clara consciência do objetivo quando ele está presente nos outros e em nós mesmos, e temos uma desconfortável sensação de 'morte interior' - vazio - quando está ausente.

Viver com objetivo significa ao mesmo tempo salvar e saborear o mundo. Ambos são essenciais para a vitalidade. Você tem motivo para se levantar pela manhã? Enquanto desfruta da vida tem uma razão maior que si mesmo para viver? Objetivo tem muitos significados, mas um deles é a relação essencial entre salvar e saborear.

O objetivo é a força motriz por trás do motivo para levantar pela manhã. O grande teste de felicidade é o seguinte: 'Você consegue examinar sua vida e sentir paz de espírito por estar levando uma vida com objetivo?'. Você vê o seu quadro atual, independente de quão limitado por questões financeiras ou de saúde, como o de uma vida com objetivo?

Objetivo é o que mais nos preocupa; aquilo com que nos importamos; o que nos mantém em movimento. Objetivo é a âncora que nos prende à vida, que nos estabiliza durante crises, que nos mantém em pé quando nada mais funciona. Ele ajusta as coisas. Dá sentido em momentos de incerteza ou perda."

*

"O Propósito da Vida"
Autor: David Shapiro, Richard Leider
Editora: Larousse
Páginas: 192
Quanto: R$ 24,90
Onde comprar: 0800-140090 ou na Livraria da Folha

quarta-feira

Elite privilegiada - Texto atribuído ao jornalista Luiz Nassif e por ele negado



Desabafo


Muitos se dizem aviltados com a corrupção e a baixeza de nossos políticos.Eu não, eles são apenas o espelho do povo brasileiro: um povo preguiçoso, malandro, e que idolatra os safados. É o povo brasileiro que me avilta !



Não é difícil entender porque os eleitores brasileiros aceitam o LULA e a quadrilha do PT como seus líderes.. A maioria das pessoas deste país faria as mesmas coisas que os larápios oficiais: mentiriam, roubariam, corromperiam e até matariam.Tudo pela sua conveniência.
Com muitas exceções, os brasileiros se dividem em 2 grupos :
1) Os que roubam e se beneficiam do dinheiro público, e
2) Os que só estão esperando uma oportunidade de entrar para o grupo 1.
Por que será que o brasileiro preza mais o Bolsa Família que a moralidade?
Fácil : Com a esmola mensal do bolsa família não é preciso trabalhar, basta receber o dinheiro e viver às custas de quem trabalha e paga impostos.
Por que será que o brasileiro é contra a privatização das estatais?
Fácil: Em empresa privada é preciso trabalhar, ser eficiente e produtivo; senão perde o emprego. Nas estatais é eficiência zero, comprometimento zero e todos a receber o salário garantido, pago com o imposto dos mesmos idiotas contribuintes.
Paramim chega!
Passei minha vida inteira trabalhando, lutando e tentando ajudar os outros.
Resultado : Hoje sou chamado de 'Elite Privilegiada' .
Hoje a moda é ser traficante, lobista, assaltante e excluído social.
Por isso, tomei a decisão de deixar de ser inocente útil, e de me preocupar com este povo que não merece nada melhor do que tem.
Daqui pra frente, mudarei minha postura de cidadão.
Vou me defender e defender os direitos e interesses da nossa 'Elite Privilegiada'

1) Ao contrário dos últimos 20 anos, não farei mais doações para creches. Que eles consigam os donativos com seu Querido 'governo voltado para o Social'.

2) Não contribuirei mais com as famosas listinhas de fim de ano para cesta de natal, de porteiros manobristas, faxineiros e outros (O ABILIO TINHA RAZÃO). Eles já recebem a minha parte pelo Bolsa-Família.

3) Não comprarei mais CDs e não assistirei a filmes e peças de teatro dos artistas que aderiram ao Lulismo (lembra, tem que por a mão na sujeira!).
Eles que consigam sua renda com as classes c e d, já que a classe media que os sustentou até hoje não merece consideração.

4) Não terei mais empregados oriundos do norte-nordeste (curral eleitoral petista). Por que eles não utilizam um dos 'milhões de empregos gerados por este governo'?

5) Depois de 25 anos pagando impostos , entrarei no seleto grupo de sonegadores. Usarei todos os artifícios possíveis para fugir da tributação, especialmente dos impostos federais (IR). Assim, este governo usará menos do meu dinheiro para financiar o MST, a Venezuela, a Bolívia e as 'ONG´s fajutas dos amigos do Lula'.

6) Está abolida toda e qualquer 'gorjeta' ou 'caixinha' para carregadores, empacotadores, frentistas, e outros 'excluídos sociais'. Como a vida deles melhorou MUITO com este governo de esquerda', não precisam mais de esmolas.

7) Não comprarei mais produtos e serviços de empresários que aderiram ao Lulismo. É só consultar a lista da reunião de apoio ao Lula, realizada em Setembro/06. Como a economia está 'uma beleza', eles não estão precisando de clientes da 'Elite Privilegiada' .

8) As revistas, jornais e tv´s que defenderam os corruptos em troca de contratos oficiais estão eliminadas da minha vida (Isto É, Carta Capital, Globo, etc). A imprensa adesista é um 'câncer a ser combatido'. As tv´s que demitiram jornalistas que incomodaram o governo (lembra da Record com o Boris Casoy?) já deixaram de ser assistidas em casa.

9) Só trabalho com serviços públicos privatizados. Como a 'Elite Privilegiada' defende a Privatização, usarei DHL ao invés dos Correios, não terei contas na CEF, B.Brasil e outros Órgãos Públicos Corruptos.

10) Estou avisando meus filhos : Namorados petistas serão convidados a não entrar em minha casa. E dinheiro da mesada que eu pago não financia balada e nem restaurante com petista. Sem Negociação..

11) Não viajo mais para o Nordeste. Se tiver dinheiro, vou para o exterior, senão tiver vou para o Guarujá. O Brasil que eu vivo é o da 'Elite Privilegiada', não vou dar PIB para inimigo..

12) Não vou esquecer toda a sujeira que foi feita para a reeleição do 'Sapo Barbudo', nem os nomes dos seus autores. Os boatos maldosos da privatização ( Jacques Wagner, Tarso Genro, Ciro Gomes), a divisão do Brasil entre ricos e pobres ( Lula, José Dirceu), a Justiça comprada no STF (Nelson Jobin), a vergonha da Polícia Federal acobertando o PT (Tomás Bastos), a virulenta adesão do PMDB (Sarney, Calheiros, Quércia), a superexposição na mídia do Lula ( O Globo) ...

Sugiro que vocês comecem a defender sua ideologia e seu estilo de vida, senão, logo logo, teremos nosso patrimônio confiscado pela 'Ditadura do Proletariado'
Estou de luto ! O meu país morreu !
- EU DESISTI DO BRASIL !!!


sábado

Por que aceitamos a pecha de país de pretos, pobres e putas.

O Brasil é ainda hoje um dos 10 países com o maior número de analfabetos do mundo. Posso estar errado nessa classificação e em outras informações numéricas, que não comprometerão, espero, o raciocínio do texto.
Livros escolares da minha infância ensinavam que a população do Brasil era composta, em sua maioria, de brancos, pretos e índios, que geravam mulatos, caboclos, cafusos, caborés, etc.
Hoje temos grande quantidade de asiáticos, que colaboram com a miscigenação do nosso povo que e que com o clima tropical produzem os ditos negros, mulatos e principalmente as mulatas.
Não há estatísticas confiáveis, a respeito da prostituição no Brasil, sendo certo que os números preocupam, especialmente pelo atrativo que as belas mulatas causam no povo europeu, vide os programas especiais de todas as televisões.
Não há filme, brasileiro, pornográfico ou não, que não faça grande alarde do trio do título.
Recentemente a HBO, num programa que é transmitido para todo o mundo, diz que a indústria de filmes pornográficos no Brasil fatura cerca de 200 milhões de dólares anualmente.
Sabem o que tem nesses filmes? Além do óbvio, é claro, mulatas, pobres e putas. Algumas vezes eles colocam um negrão bem dotado, nunca dono de um belo apartamento e se ele estiver saindo de um belo carrão, certamente é o motorista ou está amarrado no porta-malas.
Recentemente tive notícias de que um pessoal está fazendo um filme no Guarujá, patrocinado pela Associação Comercial, pela Prefeitura Municipal e por alguns comerciantes. O título? Gari.
Estou aguardando ansiosamente o desenrolar dos fatos para assistir e comentar o filme, ver a qualidade da produção e poder comentar se tem valor moral apregoado ou só violência e nudez gratuita.
Mas voltando à pecha de país de pretos, pobres e putas, com a qual não me conformo, haja visto ter vários amigos negros, empresários de sucesso, amigas mulatas que não são putas e que a maioria dos meus amigos não pode ser considerada de ricos, fico me perguntando o que fazer para não ser questionado nas minhas viagens a respeito desse trio e do turismo sexual, cuja divulgação se espalha por todo o mundo.
A resposta para todos os problemas do Brasil está na educação.
Com índice de analfabetismo gigante, com a maior parte dos alfabetizados tendo apenas o curso fundamental, ou nem isso, certamente será difícil conscientizar o exercício da cidadania que permitirá que as mulheres não se prostituam que os pobres tenham acesso aos bens materiais,que os transformem em cidadãos de verdade e que os negros se espelhem em figuras como o ídolo e esportista negro mais conhecido no mundo que está mais preocupado com verdades absolutas, do que ser chamado de negão e ameaçar processar por racismo.
Não se deve avaliar o individuo pela cor da pele. Mas o que esse individuo faz para valorizar ou desvalorizar os da sua raça.
Quando se percebe, que as páginas policiais estão repletas uma maioria significativa de uma raça, é hora de acabar com o proselitismo e colocar mãos à obra, para acabar com o analfabetismo moral dos “Dadas” da vida.

Europa 2009 com SOS Guarujá

segunda-feira

A responsabilidade social da mídia, por Venício Lima

A responsabilidade social da mídia, por Venício Lima



Há 62 anos, em 27 de março de 1947, era publicado nos Estados Unidos o primeiro volume que resultou do trabalho da Hutchins Commission – “A free and responsible press” (Uma imprensa livre e responsável). A Comissão, presidida pelo então reitor da Universidade de Chicago, Robert M. Hutchins, e formada por 13 personalidades dos mundos empresarial e acadêmico, foi uma iniciativa dos próprios empresários e foi por eles financiada.

Criada em 1942 como resposta a uma onda crescente de críticas à imprensa, a Comissão tinha como objetivo formal definir quais eram as funções da mídia na sociedade moderna. Na verdade, diante da crescente oligopolização do setor e da formação das redes de radiodifusão (networks), se tornara impossível sustentar a doutrina liberal clássica de um mercado de idéias (a marketplace of ideas) onde a liberdade de expressão era exercida em igualdade de condições pelos cidadãos.
A saída foi a criação da “teoria da responsabilidade social da imprensa”. Centrada no pluralismo de idéias e no profissionalismo dos jornalistas, acreditava-se que ela seria capaz de legitimar o sistema de mercado e sustentar o argumento de que a liberdade de imprensa das empresas de mídia é uma extensão da liberdade de expressão individual.

Em países europeus, com forte tradição de uma imprensa partidária, no entanto, a teoria da responsabilidade social enfrentou sérias dificuldades e a doutrina liberal clássica teve que se ajustar à implantação de políticas públicas que regulassem o mercado e estimulassem a concorrência.

Responsabilidade Social
A responsabilidade social tem sua origem associada à filosofia utilitarista que surge na Inglaterra e nos Estados Unidos no século XIX, de certa forma derivada das idéias de Jeremy Bentham (1784-1832) e John Stuart Mill (1806-1873).

Nos anos pós Segunda Grande Guerra, a responsabilidade social se constituiu como um modelo a ser aplicado às empresas em geral e às empresas jornalísticas estadunidenses, em particular, e começou a ser introduzido através de códigos de auto-regulação estabelecidos para o comportamento de jornalistas e de setores como rádio e televisão.
O modelo está, portanto, historicamente vinculado aos interesses dos grandes grupos de mídia.

A responsabilidade social se baseia na crença individualista de que qualquer um que goze de liberdade tem certas obrigações para com a sociedade, daí seu caráter normativo.
Na sua aplicação à mídia, é uma evolução de outra teoria da imprensa – a teoria libertária – que não tinha como referência a garantia de um fluxo de informação em nome do interesse público.
A teoria da responsabilidade social, ao contrário, aceita que a mídia deve servir ao sistema econômico e buscar a obtenção do lucro, mas subordina essas funções à promoção do processo democrático e a informação do público (“o público tem o direito de saber”).

Para responder às críticas que a imprensa recebia, a Hutchins Commission resumiu as exigências que os meios de comunicação teriam de cumprir em cinco pontos principais:

(1) propiciar relatos fiéis e exatos, separando notícias (reportagens objetivas) das opiniões (que deveriam ser restritas às páginas de opinião);

(2) servir como fórum para intercâmbio de comentários e críticas, dando espaço para que pontos de vista contrários sejam publicados;

(3) retratar a imagem dos vários grupos com exatidão, registrando uma imagem representativa da sociedade, sem perpetuar os estereótipos;

(4) apresentar e clarificar os objetivos e valores da sociedade, assumindo um papel educativo; e por fim,

(5) distribuir amplamente o maior número de informações possíveis.

Esses cinco pontos se tornariam a origem dos critérios profissionais do chamado 'bom jornalismo' – objetividade, exatidão, isenção, diversidade de opiniões, interesse público – adotado nos Estados Unidos e “escrito” nos Manuais de Redação de boa parte dos jornais brasileiros.

Liberdade de imprensa vs. responsabilidade da imprensa
Analistas estadunidenses consideram que a Hutchins Commision talvez tenha sido a responsável por uma mudança fundamental de paradigma no jornalismo: da liberdade de imprensa para a responsabilidade da imprensa. Teria essa mudança de paradigma de fato ocorrido?

No Brasil, certamente, os empresários de mídia continuam a defender seus interesses como se estivéssemos nos tempos da velha doutrina liberal (que, de fato, nunca vivemos).
O discurso da liberdade de imprensa e da auto regulação praticado no Brasil é historicamente anterior à Hutchins Commission. Basta que se considere, por um lado, a concentração da propriedade e a ausência de regulação na mídia e, por outro, as enormes dificuldades que enfrenta até mesmo o debate de temas e projetos com potencial de alterar o status quo legal.

Um exemplo contemporâneo são as resistências – que já se manifestam – em relação à realização da 1ª. Conferência Nacional de Comunicações.

As recomendações da Hutchins Commission, se adotadas pelos grupos de mídia no Brasil, representariam um avanço importante. Para nós, a teoria da responsabilidade social da imprensa permanece atual, mesmo 62 anos depois.

*Venício Lima é Pesquisador Sênior do Núcleo de Estudos sobre Mídia e Política da Universidade de Brasília - NEMP - UNB. É autor/organizador dos livros "A mídia nas eleições de 2006" e "Mídia: Teoria e Política" (publicados pela EFPA).

Publicado originalmente na Agência Carta Maior, em 30/03/2009

quinta-feira

www.biquinisguaruja.com.br

Clique na foto para ampliar

Forum do Guarujá


Quinta-Feira, 26 de Março de 2009, 21:26
Adiada mudança do Fórum para anexo das Pitangueiras
De A Tribuna On-line

Prevista inicialmente para janeiro, a transferência do Fórum de Vicente de Carvalho para o edifício do Anexo Pitangueiras, no Centro, mais uma vez teve que ser adiada. Agora, o prazo limite estabelecido pelo Judiciário para realizar a mudança é o mês de abril.

Dessa vez, a justificativa apresentada foi a necessidade de trocar o piso do imóvel, que teria ficado comprometido em virtude dos serviços que foram realizados no local, nos últimos meses. “Houve a necessidade de readequar algumas divisórias (que compunham o espaço) e isso acabou danificando o piso do prédio”, explicou a juiza-diretora do Foro Distrital,

Maria Cecília Blanco Perez, prevendo que a substituição deva ser concluída já nos próximos dias. Entretanto, ela não arriscou uma data precisa para ocorrer a mudança.

Jornalista só com diploma,

clique na foto para ampliar

terça-feira

Descobrir o bom de cada coisa.



É a marca do bom gosto.
A abelha logo acha a doçura para a colméia, e a víbora, a amargura para o veneno.
O mesmo acontece com os gostos: uns preferem o melhor e outros o pior. 
Em tudo há algo de bom, especialmente nos livros, pois são resultado da reflexão.
O caráter de alguns é tão desgraçado que, entre mil qualidades, encontrarão o único defeito, e o criticarão e o aumentarão. 
Estes recolhem as sujeiras das vontades e das inteligências, sobrecarregando-se de infâmias e de defeitos, não por serem perspicazes, mas como castigo por seu mau discernimento. 
Levam uma vida péssima, pois só se alimentam de amarguras e imperfeições.
Muito melhor é o gosto daqueles que, entre mil defeitos, logo encontrarão a única perfeição que escapou à boa sorte.

Baltasar Gracián

sábado

Dalai Lama


"O que mais te surpreende na humanidade"?

Um dia fizeram essa pergunta ao Dalai Lama e ele respondeu:
"Os homens...
Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde...
E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente e nem o futuro.
Vivem como se nunca fossem morrer...
E morrem como se nunca tivessem vivido."

quarta-feira

Fazendo a diferença.

Um escritor tinha o hábito de caminhar na praia todas as manhãs para refrescar as idéias e buscar inspiração para escrever à tarde.

Numa certa manhã, durante seu passeio matinal pela praia, ele avistou de longe um jovem arremessando algo no mar. 

Aquilo despertou a curiosidade do escritor que resolveu ver de perto do que se tratava. 

Ao chegar próximo do jovem, o escritor perguntou:

- O que você está fazendo?

O jovem respondeu:

- Existem estrelas-do-mar que estão desidratadas devido ao forte calor. 

Como a maré está baixa, estou jogando-as de volta ao mar para que não morram.

O escritor, com ar de deboche, falou ao jovem:

- Não sei se você percebeu, mas existem centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas na areia desta praia que tem centenas de quilômetros de extensão. 

Se você jogar uma ou outra estrela-do-mar de volta ao oceano, isso não vai fazer qualquer diferença no total.

Sem se perturbar, o jovem pegou uma estrela-do-mar e jogou no mar. Olhou para o escritor e disse:

- Para essa eu fiz diferença!

O escritor voltou para casa e naquela tarde não conseguiu escrever nada. 

A noite não conseguiu dormir. Na manhã seguinte ele estava junto ao jovem jogando estrelas-do-mar de volta ao oceano…

Artigo publicado no NetFrases

segunda-feira

Não seja um chato-Valorize quem lhe escuta.


NetFrases FrasesPensamentosMensagens
Não seja um chato - Valorize quem lhe escuta

Um processo de comunicação construtivo é fazer quem lhe escuta se sentir valorizado. Pergunte a eles o que pensam e escute com atenção suas respostas.

Jamais fale às pessoas como num monólogo.

Ninguém tem saco de ficar escutando uma pessoa que não dá espaço para outros opinarem.
Saber ouvir é uma virtude que poucos têm.

Não é à toa que nascemos com duas orelhas e apenas uma boca…
Quem não conhece uma pessoa que fala pelos cotovelos e não deixa ninguém falar?

Ou aquela que se acha dona da verdade e não aceita nenhum tipo de discussão?
Benjamin Franklin resumiu isto quando disse:
“Se você me coloca sua opinião de uma maneira dogmática, diretamente oposta ao meu modo de pensar, e não deixa espaço para negociação, eu sou obrigado a concluir - para proteger a mim e a minha auto-estima - que você está errado.
Por outro lado, se você coloca a sua opinião como uma hipótese, evidenciando boa vontade para discuti-la e explorá-la, na maioria das vezes eu vou me empenhar em comprovar que você está certo.”

sábado

Diploma para jornalistas.


Ouhydes Fonseca
http://www.jornaldaorla.com.br/blog_integra.asp?cd_autor=25&cd_blog=285

Diploma para jornalistas

No comecinho dos anos 60, eu era um jovem à procura de uma profissão que me realizasse como pessoa e desse algum sentido à minha trajetória escolar e de relacionamento humano.

A pergunta que não queria calar era: por qual curso universitário eu deveria optar? Foi quando uma pequena nota no jornal A Tribuna se encarregou de oferecer a resposta.

O texto anunciava a realização, em Santos, de um congresso nacional de estudantes de jornalismo. Até então eu não sabia que jornalismo também se aprendia na escola. Atraído pela descoberta, fiz os exames vestibulares e três anos depois estava começando carreira na mesma A Tribuna.
Na época, a legislação trabalhista não exigia a obtenção de diploma superior de jornalismo para exercer a profissão. A obrigatoriedade viria mais tarde, por meio do decreto-lei 972, de 17 de outubro de 1969.

Como estávamos em pleno regime militar, até hoje muita gente entende que o decreto-lei faz parte do entulho autoritário e já deveria ter sido revogado.

O fato é que, desde então, volta e meia recrudesce a discussão, em âmbito cada vez mais amplo, sobre a necessidade ou não da exigência do diploma de jornalista. É o que está ocorrendo agora, quando se espera que até o final do ano o Supremo Tribunal Federal (STF) anuncie sua interpretação sobre o assunto com base num Recurso Extraordinário (RE 511961).
Nesta semana, um novo personagem se incorporou às discussões: o ministro da Educação, Fernando Haddad, que se mostra disposto a autorizar que profissionais com formação universitária em qualquer área exerçam a profissão de jornalista. Ele afirma que não pretende entrar na questão da obrigatoriedade do diploma, até mesmo porque o assunto já está sendo tratado também pelo Ministério do Trabalho, além do STF. Sua preocupação, disse, é garantir a qualidade do ensino. E lembrou que em muitos países as pessoas se formam na área mesmo sem a obrigatoriedade do diploma. Como ocorria no Brasil antes de 1969. Sua proposta é que os profissionais formados em outras áreas possam ser habilitados ao diploma de jornalista desde que cursem as disciplinas essenciais tais como ética, técnicas de reportagem, redação e outras.

Na verdade, independentemente da exigência de diploma específico, isso já é possível: diplomados em outras áreas podem se matricular nos cursos de jornalismo após adequação curricular que definirá em que semestre ele será admitido.

Basicamente, como seria de esperar, a discussão tem argumentos que não podem ser descartados e é puxada por duas instituições antagônicas.

De um lado, a Federação Nacional dos Jornalistas, a Fenaj, que defende a obrigatoriedade do diploma, e do outro a Associação Nacional de Jornais, a ANJ, contrária a ele. Para o presidente da Fenaj, Sérgio Murillo de Andrade, “defender que o jornalismo seja exercido por jornalistas está longe de ser uma questão unicamente corporativa.

Trata-se, acima de tudo, de atender à exigência cada vez maior, na sociedade contemporânea, de que os profissionais da comunicação tenham um alto nível de qualificação técnica, teórica e principalmente ética”.

Por sua vez, os que estão do outro lado da trincheira, como a diretora da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Ivana Bentes Oliveira, que entende que “o diploma já foi importante, mas não é mais. As escolas de comunicação precisam vender qualidade e não reserva de mercado para um determinado profissional”.
Pessoalmente, gostaria de ver uma situação que contemplasse idéias de ambas as partes, porém a partir da obrigatoriedade do diploma, considerando o nível de excelência que a profissão alcançou e a responsabilidade que o jornalista carrega em relação ao destinatário de seu trabalho, ou seja, a sociedade.

Ter o diploma de jornalista, obrigatório, seja por ter feito o curso completo ou por ter cursado disciplinas fundamentais à área, como complemento a outro diploma de nível superior, seria a solução ideal, a meu ver.

Afinal, um pouco mais de estudo e aprendizado não faz mal a ninguém.

sexta-feira

Gibran Khalil Gibran



"Somos todos prisioneiros, mas alguns de nós estão em celas com janelas, e outros sem."


"Aquele que nunca viu a tristeza, nunca reconhecerá a alegria."

"Aprendi o silêncio com os faladores, a tolerância com os intolerantes, a bondade com os maldosos; e, por estranho que pareça, sou grato a esses professores."

"O exagero é a verdade que perdeu a calma."

"Uma vida sem amor é como árvores sem flores e sem frutos. E um amor sem beleza é como flores sem perfume. Vida, amor, beleza: eis a minha trindade."

"Alguns ouvem com as orelhas, outros com o estômago, outros ainda com o bolso e há aqueles que não ouvem absolutamente nada."

"Para entender o coração e a mente de uma pessoa, não olhe para o que ela já conseguiu, mas para o que ela aspira."

"As flores desabrocham para continuar a viver, pois reter é perecer."
"Vivemos só para descobrir beleza. Todo o resto é uma forma de espera."

"Quem não sabe aceitar as pequenas falhas das mulheres não aproveitará suas grandes virtudes."

"A neve e as tempestades matam as flores, mas nada podem contra as sementes"

Gibran Khalil Gibran