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domingo

Nem amar nem odiar para sempre- Baltasar Gracián

Nem amar nem odiar para sempre
Trate os amigos de hoje como se pudessem se tornar os inimigos de amanhã, inclusive os piores.
Como a experiência mostra que isso pode acontecer, deve-se estar prevenido.
Os desertores da amizade não devem receber armas, pois farão com elas a pior guerra.
Os inimigos, ao contrário, devem ter sempre uma porta aberta para a reconciliação.
A porta da cortesia é a mais segura.
Às vezes uma vingança consumada vira um tormento, e o prazer pelo dano causado ao inimigo se torna motivo de pesar.

terça-feira

Gordura abdominal pode aumentar os riscos de câncer pancreático entre as mulheres



11 de maio de 2010 (Bibliomed). 

As mulheres que apresentam excesso de gordura abdominal podem ter um maior risco de desenvolver câncer no pâncreas, segundo estudo publicado nesta semana na revista científica Archives of Internal Medicine. De acordo com especialistas da Universidade de Nova York, os resultados confirmam a relação entre a obesidade - indicada pelo índice de massa corporal (IMC) - e o risco do desenvolvimento de tumores nesse órgão.
Avaliando dados do Instituto Nacional do Câncer, incluindo mais de 2 mil pessoas com câncer pancreático e 2,2 mil sem a doença, os pesquisadores descobriram que, para todos os participantes, havia uma relação entre o aumento do IMC e um maior risco de desenvolver a doença. De forma geral, a quarta parte do grupo de participantes que apresentava maior IMC tinha 33% mais chances ter o câncer, comparados àqueles de menor índice corporal.
De acordo com os autores, porém, a circunferência da cintura - que indica obesidade abdominal - teria uma relação ainda mais forte com a doença, principalmente entre as mulheres. Os resultados mostraram que aquelas que tinham sobrepeso eram 31% mais propensas ao câncer, comparadas às mulheres com peso normal, e o risco era 61% maior entre as obesas; as mulheres com maior circunferência da cintura em relação ao quadril, por sua vez, tinham 87% maior risco de desenvolver câncer pancreático.
"Esses resultados, juntamente com aqueles de estudos anteriores, apoiam fortemente o papel da obesidade no desenvolvimento do câncer pancreático", concluíram os autores em artigo publicado na revista científica.
Fonte: Archives of Internal Medicine. 10 de maio de 2010.


Assessoria de Imprensa Marinho Guzman

Telefone (13)7807-6981

terça-feira

Moderação no julgar.

Cada um pensa conforme lhe convém e apresenta razões para suas caprichosas opiniões.
A maior parte dos homens põe a paixão na frente do juízo.
Quando duas pessoas sustentam posições contrarias, cada uma pensa ter razão.
Mas a razão é fiel e não tem duas caras.
O sábio deve agir com cautela em assuntos tão delicados, e sua própria dúvida irá corrigir o julgamento inicial sobre o comportamento alheio.
Ao se colocar no lugar do outro e examinar seus motivos, não condenará nem se justificará tão cegamente.



Veja mais de Baltasar Gracian no nosso blog
www.baltasar-gracian.blogspot.com

quarta-feira

Homem submisso é tão útil quanto pinça quebrada.


Ailin Aleixo
Homem submisso é tão útil quanto pinça quebrada.
Tá bom, passamos as últimas décadas lutando para que eles sejam menos escrotinhos, não cutuquem o nariz em público, aprendam a lavar louça, saiam das fraldas e larguem do nosso pé. Com toda a razão: o mundo seria eternamente um espartilho tamanho P se a cada botão caído eles nos acordassem para costurar ou se o maior espaço que tivéssemos na vida fosse entre a caixa do aspirador de pó e a sala de jantar.
Lutamos e conquistamos um monte de coisas. Colocamos os homens no cabresto e daí todos os nossos problemas… mudaram.
Domamos os machões, trabalhamos até 11 horas por dia, deixamos a receita para o jantar separada para a empregada, fazemos compras de supermercado na hora de almoço, cuidamos dos gatos, fazemos luzes no cabelo, trocamos o óleo do carro e ficamos cansadas feito um camelo velho. Agora, vem cá, depois dessa suave rotina, o que eu não quero nem preciso é um bundão que recorra a mim a cada cinco minutos: ‘Qual a cor de cueca que eu compro?’, ‘O que nós vamos fazer no fim de semana?’, ‘Em qual restaurante vamos levar o Ziguifrido e a Efigênia?’.
Talvez tenhamos exagerado um pouquinho nesse processo de domesticação masculina.
Preciso de um homem que não tenha aberto mão das idiossincrasias da sua testosterona e compre só cueca branca porque é mais fácil. Um homem que seja proativo o suficiente para programar um fim de semana que me surpreenda, mesmo que nem sempre seja uma surpresa tão boa assim (não dá para acertar todas). Preciso de um homem que leia o bendito guia semanal de qualquer jornal e reserve mesa num restaurante bacana que ainda não conhecemos. Um macho que beije meu pescoço, lamba minha orelha e me convença deliciosamente a praticar o nheco-nheco mesmo quando dou demonstrações explícitas de desânimo total. Um homem, enfim, não um garoto com medo de tomar bronca.
Mas para isso é preciso baixar a guarda. Chega desse papo de tratá-los como inimigos prestes a saquear nosso território se não estivermos sempre com o exército a postos. Vamos deixar para lá essa neura feminista de que é necessário fazer os mocinhos comerem na nossa mão para termos ‘o poder’. Chega de demonizá-los. Já lutamos e conquistamos um monte de coisas, inclusive uma que não esperávamos: uma carência desgraçada, que teima em morrer de vergonha de se mostrar e nos corrói imperceptivelmente. Uma necessidade quase desesperadora de acolhimento e carinho que, certamente, não será atendida (ou sequer percebida) por um bundão. Eles são bons em ligar para perguntar se aquela dor de cabeça passou, mas não têm presença de espírito para comprar um Tilenol.
A verdade é que não precisamos de homens submissos - por que raios nós gostaríamos de ser casadas com alguém sem opinião própria? Precisamos é de um pouco de semancol e, talvez, umas sessões de terapia para reaprender a pedir colo, ficar frágeis, fazer uma comidinha gostosa para ele simplesmente porque deu vontade. Voltar a não ter medo de ser mulher. Tudo pode ser mais simples se nos desarmarmos.
Sabe de uma coisa? Homem submisso é como ‘homem pé de mesa’: muito bacana e excitante na teoria, mas um transtorno na prática.






Colaboração da minha amiga Vânia

terça-feira

ISSO NÃO É COMIGO...



“Primeiro eles vieram pegar os comunistas, mas eu não era comunista e não falei nada.


Depois vieram pegar os socialistas e os sindicalistas, mas como eu não era nenhum dos dois eu não falei nada.


Logo vieram pegar os judeus mas eu não sou judeu e não falei nada.


E, quando vieram me pegar, não sobrava mais ninguém que pudesse falar por mim”.




Martin Niemoller pastor que sobreviveu aos campos nazistas.

domingo

Lembrando o discurso de transmissão de cargo e posse da Associação Comercial do Guarujá 1999.


MUITO FAZ QUEM NÃO ATRAPALHA




Há um ano fui convidado a assumir a presidência da Associação Comercial de Guarujá. Tentei de todas as maneiras furtar-me à responsabilidade, capitulando quando percebi que nesse crítico momento ou aceitava ou veria perdido o trabalho de muitos companheiros que como eu buscavam levantar a associação que tem mais de trinta anos na cidade.
Em nenhum momento achei que seria fácil a missão.
Tínhamos poucos sócios pagantes, uma receita mensal em torno de mil reais, insuficiente para pagar o aluguel e a secretária e um saldo negativo que foi coberto antes da posse por alguns sócios.
Pior do que a situação financeira, era o acreditar na possibilidade de uma associação para servir e não para servir-se.
Ousei mostrar serviço sem pedir nada. Trabalhei com a prioridade de fortalecer o quadro associativo. Hoje temos quase 500 sócios pagantes, receita suficiente para cobrir todos os gastos, o que nos permite investir na imagem da Associação, fornecer balcão do SEBRAE, Serviço de Proteção ao Crédito, convênio com assistência médica e dentaria a custos mais baixos para os associados, na UNIMED e TOI.
Tão importante como os serviços e a representatividade conseguida, impusemos respeito.
Respeito que foi muitas vezes colocado à prova com intrigas e mesquinharias, mas que resistiu por todo o meu mandato com respostas incisivas, educadas e sem medo, fazendo calar a boca os detratores da verdade.
Nesse trajeto perdemos uns quatro ou cinco sócios por não concordarem com o que não estão acostumados a conviver.
Honestidade, probidade, hombridade e outras boas condutas que não puderam suportar.
Tivemos a perda, essa sim irreparável, do colega, amigo, mestre e responsável maior pela reativação da associação, o inesquecível Vitor de Azevedo Marques, com quem pouco convivi e muito aprendi e a quem credito todo mérito que possa ser destinado à minha gestão. Foi ele quem me convenceu que seria possível ajudar a classe e a cidade por esse caminho.
Para quem não acompanhou nesse pouco tempo o trabalho dos colegas Luis Pagode, Ronaldo Sachs, Sérgio Cesar, Heitor Gonzales, Alcy Leite e alguns outros, pode parecer que o trabalho foi fácil, mas efetivamente não foi, como podem testemunhar todos que aqui estão.
Se tivéssemos mais alguns como eles, certamente teríamos mais de mil associados, o que vamos conseguir nesse próximo ano, com o novo presidente que poderia ser sem dúvida qualquer um dos acima nomeados, mas que por nossa escolha será Heitor Gonzales, com quem estaremos bem representados.
Continuarei participando da associação com o novo conselho administrativo que terá uma função mais atuante, que junta os nomes mais representativos da cidade, sem preocupação política de agradar ninguém.
Não é possível esquecer a colaboração da nossa secretária Heloísa e do moço Wagner, bem como de muitos que anônima e abnegadamente ajudaram a colocar a Associação Comercial na confortável situação de uma das maiores associações de classe da cidade.
O trabalho da próxima diretoria será ainda mais difícil.
Pouco foi nos cobrado, já que estávamos sedimentando uma base, partindo de quase nada.
Daqui para a frente, as cobranças e comparações serão inevitáveis, o que será bom para a associação e para os associados, que deverão colaborar ainda mais para o crescimento de sua representatividade.

Alguns podem pensar que as coisas serão mais fáceis para o poder que não cumpre as suas obrigações e dificulta como pode a vida dos comerciantes.
Tenho certeza de que próximo presidente fará exatamente como eu fiz, lutando contra os privilégios odiosos dos afilhados do poder, contra a concorrência desleal que admite o comércio temporário predatório e outros privilégios que todos conhecemos e abominamos.
Seu bom senso não permitirá que confundam franqueza com fraqueza.
Para quem não colaborou e tentou prejudicar a Associação no passado. Não tente isso com a atual diretoria, pois não foi fácil e nem vai ser...
Muito faz quem não atrapalha.
Aquele com seus longos e repetitivos discursos, não tem vergonha de mentir, prometer, acusar de turma do quanto pior melhor, de fracassomaníacos, reis do blá... blá... blá... e outros termos copiados do nosso presidente, não nos ajudou em nada nesse ano, tentou na verdade e muitas vezes conseguiu, desestimular, atrapalhar, atravancar o trabalho que hoje entrego ao atual presidente que será, como eu fui, pura e tão somente representante da vontade dos que o indicaram, com um compromisso maior do que continuar o trabalho.
Com certeza o tom dessas minhas palavras não agradará a muitos e desagradará os de sempre.
Deixo ao meu sucessor os melhores votos e tenho certeza ele terá muito sucesso,para o bem e gáudio de toda a classe que representa.
Muita sorte e bom trabalho, senhor presidente.

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE GUARUJÁ
Mário Pacheco Guzman

Presidente do Conselho Deliberativo
1.999

sexta-feira

O INVEJOSO


O INVEJOSO

O invejoso sofre mais pelo que os outros tem, do que pelo que lhe falta.

É comum, sentir uma diferença no olhar do interlocutor quando lhe bate uma ponta de inveja.

É bom que se diga, que nem toda a inveja é ruim ou tem maldade.

Existe um tipo de inveja que demonstra admiração, satisfação, simpatia pelo sucesso material ou não que as pessoas conseguem e que se lhes diferencia de alguma forma.

É motivo de satisfação invejar as pessoas inteligentes, bem sucedidas, elegantes e bonitas, o que de alguma forma ajuda com que tenhamos vontade de ser como elas, alcançando o mesmo sucesso.

Existe entretanto uma inveja, que como se diz, mata.

É aquela que esta na popular frase: inveja de doer, ou inveja de matar.

Essa inveja, ao invés de ser positiva, como a outra, destrói, amarga, incita a comentários pouco construtivos para não dizer maldosos, impiedosos e quase sempre mentirosos.

Essa inveja é um desvio de carárater e como tal, inaceitável no convívio entre amigos ou pessoas que querem se relacionar bem.

Como no caso do malandro, existe uma maneira de não ser prejudicado pelo invejoso.

É guardar distancia prudente e se possível for, suficiente para estar longe dos seus olhos e comentários.

O sujeito que tem mania de que todos sentem inveja dele, é na verdade um invejoso.

Dizem, que a inveja transmite fluidos negativos e que podem prejudicar alguém.

Acredito que isso seja possível, na mesma medida em que é ruim andar com as pessoas que tem defeito de caráter, ficando bem difícil sermos de qualquer forma afetados quando guardamos distancia prudente desse e de qualquer tipo de mau carater.

Além disso, está mais do que provado de que todo o bem ou mal que emanamos volta potencializado e é por isso que as pessoas invejosas quase sempre são mal sucedidas em uma ou todas as coisas importantes da vida.

Como sempre ouvimos falar, principalmente das pessoas mais experientes, ou que nos querem bem, diz-me com quem andas e eu direi o que te espera.

O prêmio ou o castigo das pessoas é serem como elas são.

Marinho Guzman

domingo

Blogs...veículos de comunicação.



Blogs
O valor de um blog está na credibilidade de quem o escreve.
Os veículos tradicionais da mídia, grandes, médios ou pequenos, rádios ou televisão estariam mais sujeitos a influencias de toda natureza com a finalidade de dirigir a pauta e o editorial?
A meu ver qualquer veículo, até mesmo um panfleto, está sujeito a orientação de quem o edita.
Dessa forma, fica mais fácil você avaliar a notícia mercê da credibilidade do autor do que de um editorial ou matéria atribuída à redação atendendo uma pauta.
Conheça os fatos sob a ótica de quem os escreve.
Procure conhecer o jornalista ou o editor do veículo e você certamente saberá avaliar o peso da notícia de acordo com quem a escreveu.

Marinho Guzman


Nessa linha...

Blogs autorais X jornalismo tradicional: em quem confiar?

Enviado por
Jornal de Debates abril 2008 -
A celeuma sobre a rescisão do contrato do jornalista Paulo Henrique Amorim pelo portal de notícias iG está dando o que falar.
Ele publicou em seu novo site (http://www.paulohenriqueamorim.com.br/) um texto intitulado “Como se faz uma ‘limpeza ideológica’?”, em que questiona os motivos alegados pelo iG para a sua demissão, sugerindo que haveria interesses políticos por trás da rescisão. PHA deixava claros para o leitor seus posicionamentos: não gosta de Fernando Henrique Cardoso, José Serra e Daniel Dantas, por exemplo, e se posiciona abertamente a favor do governo do presidente Lula.
Da mesma forma, vários jornalistas se libertaram por vontade própria das "amarras" dos grandes jornais para fundar seus próprios veículos de notícia: os blogs jornalísticos.
A vantagem, segundo os blogueiros, é a liberdade de expressão.
Na maior parte deles, as notícias são livres e expressam a opinião do autor.
A principal crítica por parte dos jornalistas tradicionais incide na publicação de opiniões em detrimento dos fatos. Em meio a polarização entre blogs autorais e jornalismo tradicional, o Jornal de Debates quer saber: em quem confiar?

sábado

Ralph Waldo Emerson



"A pobreza consiste em sentir-se pobre."

"Todo poder humano se forma de paciência e de tempo."

"O que mais precisamos é uma pessoa que nos obrigue a fazer o que sabemos."

"Chamamos destino a tudo quanto limita nosso poder."

"O que chamamos em outros pecado, consideramos em nós como experiência."
"Os anos ensinam muitas coisas que os dias jamais chegam a conhecer."

"Toda violação da verdade não é somente uma espécie de suicídio do enganador, mas também uma apunhalada na saúde da sociedade humana."

"A arte do comerciante consiste em levar uma coisa de um lugar onde abunda a outro onde se paga caro."

Diploma para jornalistas.


Ouhydes Fonseca
http://www.jornaldaorla.com.br/blog_integra.asp?cd_autor=25&cd_blog=285

Diploma para jornalistas

No comecinho dos anos 60, eu era um jovem à procura de uma profissão que me realizasse como pessoa e desse algum sentido à minha trajetória escolar e de relacionamento humano.

A pergunta que não queria calar era: por qual curso universitário eu deveria optar? Foi quando uma pequena nota no jornal A Tribuna se encarregou de oferecer a resposta.

O texto anunciava a realização, em Santos, de um congresso nacional de estudantes de jornalismo. Até então eu não sabia que jornalismo também se aprendia na escola. Atraído pela descoberta, fiz os exames vestibulares e três anos depois estava começando carreira na mesma A Tribuna.
Na época, a legislação trabalhista não exigia a obtenção de diploma superior de jornalismo para exercer a profissão. A obrigatoriedade viria mais tarde, por meio do decreto-lei 972, de 17 de outubro de 1969.

Como estávamos em pleno regime militar, até hoje muita gente entende que o decreto-lei faz parte do entulho autoritário e já deveria ter sido revogado.

O fato é que, desde então, volta e meia recrudesce a discussão, em âmbito cada vez mais amplo, sobre a necessidade ou não da exigência do diploma de jornalista. É o que está ocorrendo agora, quando se espera que até o final do ano o Supremo Tribunal Federal (STF) anuncie sua interpretação sobre o assunto com base num Recurso Extraordinário (RE 511961).
Nesta semana, um novo personagem se incorporou às discussões: o ministro da Educação, Fernando Haddad, que se mostra disposto a autorizar que profissionais com formação universitária em qualquer área exerçam a profissão de jornalista. Ele afirma que não pretende entrar na questão da obrigatoriedade do diploma, até mesmo porque o assunto já está sendo tratado também pelo Ministério do Trabalho, além do STF. Sua preocupação, disse, é garantir a qualidade do ensino. E lembrou que em muitos países as pessoas se formam na área mesmo sem a obrigatoriedade do diploma. Como ocorria no Brasil antes de 1969. Sua proposta é que os profissionais formados em outras áreas possam ser habilitados ao diploma de jornalista desde que cursem as disciplinas essenciais tais como ética, técnicas de reportagem, redação e outras.

Na verdade, independentemente da exigência de diploma específico, isso já é possível: diplomados em outras áreas podem se matricular nos cursos de jornalismo após adequação curricular que definirá em que semestre ele será admitido.

Basicamente, como seria de esperar, a discussão tem argumentos que não podem ser descartados e é puxada por duas instituições antagônicas.

De um lado, a Federação Nacional dos Jornalistas, a Fenaj, que defende a obrigatoriedade do diploma, e do outro a Associação Nacional de Jornais, a ANJ, contrária a ele. Para o presidente da Fenaj, Sérgio Murillo de Andrade, “defender que o jornalismo seja exercido por jornalistas está longe de ser uma questão unicamente corporativa.

Trata-se, acima de tudo, de atender à exigência cada vez maior, na sociedade contemporânea, de que os profissionais da comunicação tenham um alto nível de qualificação técnica, teórica e principalmente ética”.

Por sua vez, os que estão do outro lado da trincheira, como a diretora da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Ivana Bentes Oliveira, que entende que “o diploma já foi importante, mas não é mais. As escolas de comunicação precisam vender qualidade e não reserva de mercado para um determinado profissional”.
Pessoalmente, gostaria de ver uma situação que contemplasse idéias de ambas as partes, porém a partir da obrigatoriedade do diploma, considerando o nível de excelência que a profissão alcançou e a responsabilidade que o jornalista carrega em relação ao destinatário de seu trabalho, ou seja, a sociedade.

Ter o diploma de jornalista, obrigatório, seja por ter feito o curso completo ou por ter cursado disciplinas fundamentais à área, como complemento a outro diploma de nível superior, seria a solução ideal, a meu ver.

Afinal, um pouco mais de estudo e aprendizado não faz mal a ninguém.

sábado

Tecnologia....



Desligou o alarme com a senha, a luz acendeu com o sensor de presença.
O computador respondeu ao timbre da voz do usuário.
Sentou-se à cadeira, apertou a tecla foda-se e esqueceu as tarefas diárias.
Assim começou uma nova vida.

Marinho Guzman

terça-feira

Os benefícios da transa

Recebí esse texto pela internet e estou pronto a dar o crédito assim que descobrir de quem é. Se você souber, por favor avise...

Os benefícios da transa

Com auxílio de computadores e máquinas poderosas e precisas, a cada ano cientistas descobrem mais detalhes dos genes humanos e do intricado funcionamento de órgãos vitais, músculos, veias, artérias e estruturas hormonais. A ciência também vem revelando com minúcias surpreendentes o que ocorre dentro do corpo durante o momento mais irresistível e fundamental do sal da vida - aquele momento em (e a física) do que você sente atração, fica excitado por uma mulher, vai para a cama com ela e, transido de prazer, chega ao orgasmo. Sabe-se hoje, exatamente, como o ato sexual promove uma sinergia impressionante no seu organismo. Ela envolve tecidos, veias, artérias, genitais, pêlos, produção de hormônios, atividade cerebral, respiratória e do coração e uma profunda e deliciosa alteração sensorial. Para nós, essa intensidade dura alguns minutos que atingem um apogeu, durante o clímax - apoteose que a matemática estipula como alguns segundos mas uma conta que sempre dá a impressão, por causa da veemência de energia, de durar muito mais tempo. Para facilitar o entendimento desse fascinante enredo fisiológico que o sexo desperta no corpo, médicos dividem a relação sexual em três fases. É um ciclo, mecânico e químico, que passa por desejo, excitação e orgasmo. Imagine sua recente ou a mais histórica transa - o que vem a seguir aconteceu exatamente com você.

O desejo

A estimulação pode ser corriqueira - a mulher que você acabou de conhecer no bar - ou intensamente romântica. Quanto maior o desejo, maior, claro, o grau de excitação. Começa então o processo que vai transformar seu organismo. Ondas de hormônios começam a ser produzidas, glândulas ficam em estado de alerta, ligações elétricas iniciam as transmissões para o sangue e, bom, veja tudo a seguir.

O cérebro A estrutura mais complexa do organismo - num espaço de um metro quadrado, há milhares e milhares de nervos e células responsáveis pelo pensamento lógico, pela criatividade, coordenação motora, equilíbrio e postura corporal - é a área em que se inicia o ato sexual. É que, com os sinais do desejo, o cérebro produz neurotransmissores. São substâncias químicas liberadas pelos neurônios, as células nervosas cerebrais. Por meio dos neurotransmissores, a informação do desejo vai ser passada para outras áreas do organismo. Os estímulos vão percorrer a medula espinhal (pense na sensação máxima de prazer - é esse momento). Outras substâncias são produzidas: os hormônios ocitocina, vasopressina, acetilcolina, epinefrina e serotonina, que se espalham freneticamente pelo corpo. O processo químico continua. Há ainda a produção de dopamina (substância responsável pelo prazer) e testosterona - o hormônio que vai ajudar você a começar a pensar em tirar a roupa dela. Ou seja, que vai ajudar a fantasiar. Só de você se interessar sexualmente por uma mulher existe, segundo estudos científicos recentes, um aumento de 30% da quantidade de testosterona. Se você está perto de transar, esse número aumenta ainda mais - o dobro ou o triplo de testosterona, dependendo do organismo. Você começa então a sentir euforia e bem-estar.

Pulmão Tanta liberação de hormônio faz acelerar a respiração. Excitado, você fica ofegante. Não é o mesmo de quando você faz exercícios - porque uma sensação de prazer acompanha a respiração acelerada.

Pulsação Seu pulso já está batendo mais rapidamente - quase duas vezes mais que o normal. Você não vê a hora de tirar a roupa dela. Ou quer estender essa sensação redentora, olhando para o corpo dela, para os seios, para os ombros, para a boca, braços ou, claro, para os pés.

Excitação

Seu corpo é levado pela onda de euforia e prazer inicial. A produção hormonal vai transformar seu corpo momentaneamente - e aumentar o prazer ainda mais. Acontecem dois processos: a vasocongestão, que faz os vasos e órgãos do corpo ficarem cheios de sangue, e a miotonia, que consiste na contração e espasmos involuntários de tecidos musculares.



Pele Surgem manchas de cor levemente avermelhada, no rosto, no peito e nas costas. Elas irão sumir exatamente após o orgasmo. As glândulas da pele, quentes por causa do calor provocado pela circulação intensa, fazem você transpirar. Os pêlos ficam eriçados



Olhos Pupilas se dilatam, por causa da circulação. Isso acontece ainda porque há uma reação natural para esse sentido, o da visão, ficar mais ativado e assim você aumentar a estimulação.

Músculos Eles se contorcem. Outra vez, é a atividade intensa do sangue e a produção de hormônios. Uma dessas substâncias, a endorfina, anestesia o organismo, para evitar um colapso.



Cérebro Ainda liberando e regulando hormônios distribuídos pelo corpo, o cérebro provoca uma sensação em que a maioria dos homens não percebe mais barulhos externos, qualquer dor é minimizada (ou até anulada), apagamse resquícios de problemas ou preocupações.

Boca A endorfina é tão abrangente que faz com que você salive mais. É por isso que sua boca permanece aberta e tem-se a vontade de sussurar, gemer, falar que ela é tudo na vida.

Coração Bate com mais intensidade, à medida que os hormônios jorram pelo corpo e o sangue circula com velocidade maior.



Pênis Estimulada pelos hormônios, a pressão arterial se eleva, atinge os corpos cavernosos e os enche de sangue - para então fazer o pênis ficar ereto. O neurotransmissor que age na ereção chama-se acetilcolina. A testosterona também é fundamental no processo. A substância faz liberar óxido nítrico - agente vasodilatador nas artérias. Essa química complicada, que depende de uma interação perfeita entre os sistemas vascular, neurológico e endocrinológico, é o que faz o sangue se espalhar pelo pênis, levantando-o.

O orgasmo

Esse estágio fervilhante de excitação resulta no clímax - sensação de prazer absoluto que se dá a partir de uma onda de descargas elétricas vindas do cérebro e de produção ainda maior de endorfina, substância que acaba anestesiando o organismo por completo. Antes da ejaculação, a vasocongestão e as contrações musculares atingem seu pico mais alto. Durante o orgasmo, o corpo está na plenitude do bem-estar. Ele é breve (mas a sensação, intensa). Segue-se então uma queda rápida dos níveis de excitação.



Pênis Seguido ou simultaneamente ao orgasmo, acontece então a ejaculação A liberação do líquido seminal - formado durante o processo de excitação e com a função natural de fertilizar a mulher - pela uretra, canal no interior do pênis. Esse líquido primordial é uma combinação de secreções que nascem na próstata, em glândulas nos genitais, e também nos testículos. A ejaculação, que acontece geralmente na forma de três pequenos jatos, libera um volume equivalente entre 2,5 e 5 mililitros de esperma - e até 300 milhões de espermatozóides.

Cérebro Nos homens, as áreas cerebrais que mais atuam durante o orgasmo são as instintivas - as mesmas que proporcionam o sentimento de impulsividade.

O lado cerebral responsável pela atenção e raciocínio quase não se manifesta.

Daí a sensação de abandono, de prazer contínuo e de fuga momentânea e prazerosa da consciência.

Bem melhor que academia

TRANSAR, VOCÊ SABE, TRAZ BENEFÍCIOS À SAÚDE. SAIBA QUAIS SÃO, TODOS CIENTIFICAMENTE COMPROVADOS

• Perda de calorias: Uma relação sexual pode queimar até 200 calorias, em 15 minutos de atividade. A pulsação aumenta - na mesma medida que um atleta em esforço contínuo. Em pesquisa recente, cientistas britânicos concluíram que o equivalente a seis Big Macs são queimados em três transas.

• Trabalho muscular: A contratação de músculos durante o sexo aperfeiçoa e molda, durante uma vida sexual ativa (no mínimo uma transa por semana entre 20 e 45 anos - três seria o ideal), pélvis, braços, pescoço e coxas.

• Coração: A circulação intensa do sangue faz o coração trabalhar mais. Segundo cientistas, a atividade cardiovascular poderia reduzir o risco de infartos.